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26/08/2009

O Fantasma da Ópera

Le Fantôme de l'Opéra (O fantasma da ópera em português) é uma novela francesa escrita por Gaston Leroux, inspirada na novela Trilbyde George du Maurier. Publicada em 1910 pela primeira vez, foi desde então adaptada inúmeras vezes para o cinema e atuações de teatro, atingindo o seu auge ao ser adaptada para a Broadway, por Andrew Lloyd Webber, Charles Hart e Richard Stilgoe

O fantasma da ópera é considerada por muitos uma novela gótica, por combinar romance, horror, ficção, mistério e tragédia. Na novela original de Leroux, a ação desenvolve-se no século XIX, em Paris, na Ópera de Paris, um monumental e luxuoso edifício, construído entre 1857 e 1874, sobre um enorme lençol de água subterrâneo. Os empregados afirmam que a ópera se encontra assombrada por um misterioso fantasma, que causa uma variedade de acidentes. O Fantasma chantageia os dois administradores da Ópera, exigindo que continuem lhe pagando um salário de 20 mil francos mensais e que lhe reservem o camarote número cinco em todas as atuações.

Entretanto, a jovem inexperiente bailarina (e mais tarde cantora) Christine Daaé, acreditando ser guiada por um "Anjo da Música", supostamente enviado pelo seu pai após a sua morte, consegue subitamente alguma proeminência nos palcos da ópera quando é confrontada a substituir Carlotta, a arrogante Diva do espectáculo. Christine conquista os corações da audiência na sua primeira atuação, incluindo o do seu amor de infância e também patrocinador do teatro, Visconde Raoul de Chagny.

Erik, o Fantasma, não gosta da relação entre Christine e Raoul e a leva ao seu "mundo" subterrâneo que Christine considera um lugar frio e sombrio. Ela percebe que o seu "Anjo da Música" é na verdade o Fantasma que aterroriza a ópera. Descobre então que o Fantasma é fisicamente deformado na face, razão pela qual usa uma máscara para esconder a sua deformidade. Ao olhar para a sua verdadeira imagem, Christine entra em choque. O Fantasma decide prendê-la no seu mundo, e diz que somente a deixará partir se ela prometer não amar ninguém além dele e voltar por vontade própria.

Christine enfrenta uma luta interna entre o seu amor por Raoul e a sua fascinação pelo gênio da personagem do Fantasma. Ela decide se casar com Raoul em segredo e fugir de Paris e do alcance do Fantasma. No entanto, o seu plano é descoberto e durante uma atuação da Ópera "Fausto" de Charles Gounod, Christine é raptada do palco e levada para os labirintos embaixo da Ópera. Nos aposentos do Fantasma, ocorre o confronto final entre Christine, o Fantasma e o Visconde Raoul de Chagny, que é levado até lá pelo Persa, através dos subterrâneos da Ópera, passando pela câmara dos súplicios, onde ambos quase acabam por enlouquecer e enforcar-se com o "Laço de Punjab" (espécie de cordão feito de tripas de gato, que o Fantasma usava para matar). Christine é forçada a escolher entre o Fantasma e Raoul. Christine escolhe o Fantasma, com o intuito de salvar a vida das pessoas da Ópera, pois o Fantasma ameaçou destruir a Opera de Paris, colocando muitas vidas em risco se Christine escolher ficar com Raoul. O Persa e Raoul, ainda presos na câmara dos suplícios, são salvos pela dedicação de Christine, que concorda em ser a esposa viva de Erik se ele os tirasse de lá (ela havia tentado se matar no dia anterior). Erik leva o Persa de volta para sua casa, mas mantém Raoul como refém e o encarcera no local mais longínquo dos subterrâneos da ópera. Quando Erik retorna para Christine, ela o está esperando como uma verdadeira noiva; ele então se atreve a dar-lhe um beijo na testa, o qual ela aceita sem rejeitá-lo ou demonstrar horror. Esse ato tão simples trouxe uma alegria imensa a Erik, que pela primeira vez na vida foi tratado como uma pessoa comum. Os dois começam a chorar e Erik diz a Christine que ela pode ir embora e se casar com Raoul, o homem que ela ama, e que ele, Erik, não passava de um cachorro aos seus pés, pronto para morrer por ela. A única coisa que ele pede é que, quando morrer, ela o enterre junto com o anel que lhe havia dado. Christine e Raoul vão embora e nunca mais são vistos. Erik morre três semanas depois. O anúncio de sua morte foi feito pelo Persa em um jornal. Anos mais tarde, um esqueleto é encontrado nos subterrâneos da ópera e, junto ao esqueleto, havia um anel de ouro, o mesmo que Erik havia dado a Christine, indicando que ela cumpriu sua promessa.

14/08/2009

Heitor Villa-Lobos

Heitor Villa-Lobos nasceu a 5 de março de 1887, no Rio de Janeiro. Filho de Noêmia Villa-Lobos e Raul Villa-Lobos, funcionário da Biblioteca Nacional e músico amador. Recebeu sua primeira instrução musical aos seis anos, vinda do pai, que adaptou uma viola para que o filho pudesse estudar violoncelo.
Suas primeiras peças tiveram alguma influência de Puccini e Wagner, mas a de Stravinsky foi mais decisiva, como se vê nos balés.Amazonas e Uirapuru (ambos de 1917). Apesar de suas obras terem aspectos da escrita européia,eventos indígenas,africanos,cantigas, choros, sambas e outros gêneros muito utilizados no país. O meio acadêmico desprezava o que escrevia, até que uma turnê do pianista polonês Arthur Rubinstein pela América doSul, em 1918, proporcionou uma amizade sólida, que abriria as portas para a mudança de Villa-Lobos para París, em 1923.
O ciclo de obras mais conhecido de Villa-Lobos é o das nove Bachianas Brasileiras, escritas entre 1930 e 1945,
onde o compositor intencionou construir uma versão nacional dos Concertos de Brandemburgo, usando ritmos ou formas musicais de várias regiões do Brasil. Essa intenção é clara nas Bachianas n.º 1, para conjunto de violoncelos, dividida em três movimentos: Introdução (Embolada), Prelúdio (Modinha) e Fuga (Conversa).
Todos os movimentos das Bachianas, inclusive, receberam dois títulos: um bachiano, outro brasileiro. São trechos famosos deBachianas a Tocata (O Trenzinho do Caipira), quarto movimento das Bachianas n.º 2; a Ária (Cantilena), que abre as de n.º 5; o Coral (O Canto do Sertão) e a Dança (Miudinho), ambos nas Bachianas n.º 4.

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Heitor Villa-Lobos


HEITOR VILLA-LOBOS

Bachianas Brasileiras
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13/08/2009

101 Melhores Músicas Clásicas




Maurice Ravel






Joseph-Maurice Ravel (Ciboure, 7 de março de 1875Paris, 28 de dezembro de 1937) foi um compositor e pianista francês, conhecido sobretudo pela sutileza, das suas melodias instrumentais e orquestrais, entre elas, o Bolero, que considerava trivial e descreveu-o como "uma peça para orquestra sem música".

Começou a manifestar interesse pela música aos 7 anos. Desde então dedicou-se ao estudo do piano, mas só começou a frequentar o Conservatório de Paris aos 14. Posteriormente, em 1895, passou a estudar só e retornou ao Conservatório em 1898, quando estudou composição com Gabriel Fauré. Concorreu no Prix de Rome, mas não foi bem sucedido.

Foi influenciado significativamente por Debussy, mas também por compositores anteriores, como Mozart, Liszt e Strauss, mas logo encontrou seu próprio estilo, que ficou, porém, marcado pelo Impressionismo.

É mundialmente conhecido pelo seu Bolero, ainda hoje a obra musical francesa mais tocada no mundo. A composição foi encomendada pela bailarina Ida Rubistein e estreou na Ópera de Paris em 1928.

Faleceu das conseqüências de um acidente de táxi ocorrido em 1932. Durante o período que precedeu a sua morte, havia perdido parte da sua capacidade de compor devido às lesões cerebrais causadas pelo acidente. A sua inteligência sempre se manteve intacta mas o seu corpo já não respondia adequadamente tendo sofrido de graves problemas motores.


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08/08/2009

O Caçador de Pipas- Khaled Hosseini

O Caçador de Pipas conta a história de Amir, um garoto Pashtun rico de Wazir Akbar Khan, distritode Cabul, que é atormentado pela culpa de ter traído seu amigo de infância, Hassan, filho do empregado Hazara do seu pai, Ali. A história tem como cenário uma série de acontecimentos tumultuosos, que começa com a queda da monarquia do Afeganistão decorrente da invasão soviética, a massa de emigrantes refugiados parao Paquistão e para os EUA e a implantação do regime Taliban.



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Beethoven- O gênio Rebelde

Beethoven (Part 3 of 18)

Beethoven (Part 4 of 18)

Beethoven (Part 5 of 18)

Beethoven (Part 7 of 18)

Beethoven (Part 9 of 18)

Beethoven (Part 10 of 18)

Beethoven (Part 11 of 18)

Beethoven (Part 12 of 18)

Beethoven (Part 13 of 18)

Beethoven (Part 14 of 18)

Beethoven (Part 15 of 18)

Beethoven (Part 16 of 18)

Beethoven (Part 17 of 18)

Beethoven (Part 18 of 18)

07/08/2009

Wolfgang Amadeus Mozart\\Requiem

A missa fúnebre Réquiem em Ré menor (K. 626) de Wolfgang Amadeus Mozart, de 1791, foi sua última composição e talvez uma de suas melhores e mais famosas obras, não apenas pela música em si, mas também pelos debates em torno de até qual parte da obra foi preparada por Mozart antes de sua morte, e quanto foi posteriormente finalizada por seu amigo e discípulo Franz Xaver Süßmayr. Apesar disso, de qualquer forma, é certo que a obra é uma das mais importantes de Mozart. Origem:Wikipedia

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Carmina Burana Parte 1

Os carmina burana ( do latim carmen,ìnis 'canto, cantiga; e bura(m), em latim vulgar 'pano grosseiro de lã', geralmente escura; por metonímia, designa o hábito de frade ou freira feito com esse tecido) são textos poéticos contidos em um importante manuscrito do século XIII, o Codex Latinus Monacensis, encontrados durante a secularização de 1803, no convento de Benediktbeuern - a antiga Bura Sancti Benedicti, fundada por volta de 740 por São Bonifácio, nas proximidades de Bad Tölz, na Alta Baviera. O códex compreende 315 composições poéticas, em 112 folhas de pergaminho, decoradas com miniaturas. Atualmente o manuscrito encontra-se na Biblioteca Nacional de Munique.
Carl Orff, descendente de uma antiga família de eruditos e militares de Munique, teve acesso a esse códex de poesia medieval e arranjou alguns dos poemas em canções seculares para solistas e coro, "acompanhados de instrumentos e imagens mágicas”.
Origem:Wikipédia

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Carmina Burana Parte 2



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06/08/2009

Chopin - Polonaises

Chopin foi um autêntico inovador no seu gosto pelo emprego de certo modos antigos, provenientes da música rural polonesa.
Polonaises-Velha dança já conhecidano século XVI por seu caráter masculino e marcial,a polonaise vinha sendo cultivada,de forma estilizada ,por compositores como Bach,Haendel,Mozart, Beethoven,Schubert e Weber,antes de Chopin dedicar-se a ela,pela primeira vez, em 1817.Essas danças que compôs ainda menino, sempre em ritmo 3/4,tinham pouco de efetivamente polonês,já que chegavam a empregar ternas de Rossini entre as suas melodias.

Seu aspecto definitivo ,firmado na maturidade,fez com que a História passasse a relacionar essa forma musical com o nome de Chopin,pois foi graças a ele que a polonaise-antes ,mero esquema coreográfico-adquiriu amplo aparato formal.

Escrita entre 1834 e 1835,quando Chopin já morava em Paris.


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Bach - Concertos - Julia Fischer


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05/08/2009

Bach - Concertos de Brandenburgo


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Bach, Toccata and Fugue in D minor, organ

Bach - Toccata and Fugue in D minor

Claude Debussy


Nasceu em 22/08/1862 in Saint-Germain-en-Laye, França
Morreu em 25/03/1918 in Paris, Franca

Foi o pai da música moderna. Embora tenha sido um homem da belle époque e da boa vida, foi um grande inovador, um revolucionário. Fez música diferente de qualquer outra anterior. Na obra de Debussy, a música libertou-se dos cânones tradicionais, das repetições e das cadências rítmicas. Deu excepcional importância aos acordes isolados, aos timbres, às pausas e ao contraste entre registros. Desenvolveu novas escalas, arranjos de orquestra em "blocos" e "jorros" de som, em vez de melodia ou contraponto precisos, além de novos modos de tocar o piano. Não precisou de orquestras enormes como Berlioz ou Richard Strauss. A única obra de Debussy que pode ser considerada como música absoluta no sentido de Beethoven-Brahms é o Quarteto de cordas, construído na forma cíclica, que Franck inventara.
Porém, sua construção é muito diferente da arquitetura do quarteto clássico. Usa uma sucessão de acordes isolados, como o pontilhismo dos pintores impressionistas, em vez da sequência conforme as regras da teoria. Desde então, a arte de Debussy foi chamada de Impressionismo. Foi o compositor da poesia simbolista, musicando as Ariettes Oubliées e as Fêtes Galantes do poeta Verlaine, e os versos de Pierre Louis nas Chansons de Bilitis. Os simbolistas franceses eram wagnerianos fanáticos e o próprio Debussy, no início, admirava Wagner. Mais tarde, censurou a primazia da orquestra, sufocando a voz humana, e a violenta efusividade dos sentimentos. Nesta época escreveu a ópera Pelléas et Mélisande, que o tornou famoso. é no piano que Debussy é mais romântico. E seu estilo pianístico constitue um mundo completo como o de Chopin e o de Schumann. Mais tarde sua arte tornou-se mais esotérica e áspera. Nesses anos, preparava-se o ataque do grupo Stravinsky-Cocteau contra o "simbolismo nebuloso" de Debussy, que lhes parece ser o último romântico. A França e todo o mundo latino, então sacudido por movimentos nacionalistas, pré-facistas, idolatrava-o. Chamavam-no de "Claude de France", que teria derrotado os alemães, tirando-lhes a hegemonia no reino da música

Claude Debussy - Music for Oboe and Harp


01. Revierie 5:01
02. Beau Soir 2:31
03. Menuet 5:49
04. Arabesque #1 4:40
05. Arabesque #2 4:31
06. Claire De Lune 5:09
07. Le Petit Berger 2:53
08. La Plus Que Lente 5:48
09. En Bateau 4:44
10. Doctor Gradus Ad Parnassum 2:40
11. Perlude 5:36
12. La Fille Aux Chevux De Lin 3:13
13. Bruyeres 4:10
14. Reverie [Reprise] 1:57
total time 58:48

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Cecilia Bartoli - Chant D'Amour



01. Bizet: Chant D'Amour
02. Bizet: Ouvre Ton Coeur
03. Bizet: Adieux De L'Hôtesse Arabe
04. Bizet: Tarentelle
05. Bizet: La Coccinelle
06. Delibes: Les Filles De Cadix
07. Viardot: Hai Luli!
08. Viardot: Havanaise
09. Viardot: Les Filles De Cadix
10. Berlioz: La Mort D'Ophélie
11. Berlioz: Zaïde
12. Ravel: Chants Populaires - 1. Chanson Française
13. Ravel: Chants Populaires - 2. Chanson Espagnole
14. Ravel: Chants Populaires - 3. Chanson Italienne
15. Ravel: Chants Populaires - 4. Chanson Hébraïque
16. Ravel: Vocalise-Étude (En Forme De Habañera)
17. Ravel: Deux Mélodies Hébraïques - 1. Kaddisch
18. Ravel: Deux Mélodies Hébraïques - 2. L'Énigme Éternelle
19. Ravel: Tripatos

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